
Fotinha da minha colação de grau....na UFAM....tá pra ti??? ahauhauahauaha
Com duas horas e 11 minutos, o filme é um pouco longo demais, mas a recompensa são caracterizações mais profundas que a da maioria das comédias. O filme segue uma fórmula, mas tem um grande coração.
A trama se passa em torno de uma troca de famílias. Imagine duas mulheres infelizes, bem-sucedidas no trabalho mas um desastre na vida pessoal, que decidem num impulso, pela Internet, trocar de casa para as festas de fim de ano.
Amanda (Diaz) é dona de uma agência de publicidade que produz trailers para filmes em Los Angeles, mas tem tão pouco tempo para conviver com o namorado (Edward Burns) que acaba o flagrando numa traição. Iris (Winslet), repórter do jornal londrino Daily Telegraph, pegou o namorado (Rufus Sewell) a traindo faz tempo. Mas ainda tem uma queda por ele. Mais uma coisa: Iris chora demais; Amanda é incapaz de chorar.
Iris é quem se dá bem em termos de propriedades: a maravilhosa e moderna mansão de Amanda tem todos aqueles aparelhos e dispositivos que tornam a vida uma delícia. Amanda fica com um chalé aconchegante que vem com um acessório que não estava mencionado no site: o irmão de Iris, Graham (Law), ávido frequentador do pub local. O romance entre os dois é instantâneo.
Enquanto isso, Iris faz amizade com um vizinho, o roteirista de Hollywood Arthur (Eli Wallach), que a ajuda a se libertar da baixa auto-estima e da depressão. Em suas aventuras em Hollywood, ela acaba numa festa animada de Hannukah e encontra Miles, um compositor (Black). Ele é um cara surpreendentemente legal que tem o mesmo entusiasmo por música e por cinema que a namorada-atriz, que o trai constantemente.
As coisas vão acontecendo, mas os acontecimentos nem sempre são previsíveis. Os finais felizes são de se esperar, mas Meyers chega até eles por caminhos tortuosos e imprevistos.
Os personagens periféricos, especialmente os que traem, não são muito enfocados. Mas os principais ganham detalhes intricados, com atitudes que não costumam frequentar as velhas comédias clássicas a que os protagonistas referem-se o tempo todo em seus diálogos. Assim, O Amor Não Tira Férias é um novo filme antigo, ampliando os clássicos que passam e repassam na TV a cabo e os reinventando em termos contemporâneos.
O longa também ganha com a equipe de produção de classe, que capta a essência tanto da Inglaterra como de Los Angeles.
Estou de volta!!!!
Depois de longo e tenebroso inverno....
prometo atualizar todos os dias......bjosss
fuiiii